pentest autônomo com ia
Segurança ofensiva para Web e APIs com a velocidade da IA
Pentest autônomo com IA que executa simulações reais de ataque, identifica vulnerabilidades e entrega lista priorizada por severidade, evidências técnicas com prova de conceito, attack chains documentadas e histórico para reexecução contínua.
Superfície de ataque dinâmica exige validação ofensiva contínua
Ambientes de desenvolvimento combinam aplicações web, APIs, microsserviços e integrações externas. Cada deploy altera a superfície exposta e pode introduzir novos vetores de ataque.Scanners tradicionais identificam padrões técnicos. O mercado demanda validação real de exploração e demonstração clara de impacto.
Hoje, as empresas convivem com:
Visibilidade parcial sobre rotas e endpoints realmente expostos
Dificuldade em validar explorabilidade das falhas encontradas
Falta de encadeamento entre vulnerabilidades isoladas
Evidências insuficientes para priorização baseada em risco
Testes pontuais que não acompanham a evolução da aplicação
A segurança que acompanha o ritmo da sua fintech
Unimos tecnologia, inteligência e consultoria Combinamos tecnologia, inteligência e consultoria para transformar vulnerabilidades em eficiência e conformidade contínua.para transformar vulnerabilidades em confiança e compliance contínuo.
O Pentest Autônomo inicia com a identificação da superfície efetivamente exposta da aplicação. Essa etapa consolida rotas acessíveis, endpoints ativos, padrões de comunicação e controles implementados. O objetivo é estruturar um inventário funcional do comportamento da aplicação antes da exploração de falhas específicas.

Como estruturamos essa etapa
Identificação de URLs válidas e rotas acessíveis
Mapeamento de endpoints de APIs
Descoberta de métodos HTTP disponíveis
Análise de parâmetros, headers e payloads aceitos
Identificação de superfícies expostas e recursos acessíveis
Observação de padrões de autenticação implementados
Impacto direto para sua operação
Mapeamento consolidado da superfície de ataque
Direcionamento objetivo das tentativas de exploração
Identificação de rotas e ativos fora do escopo esperado
A configuração do ambiente define como a aplicação responde, quais controles estão ativos e quais recursos permanecem acessíveis. Essa etapa avalia a camada estrutural que sustenta a aplicação, servidor, políticas aplicadas e exposição de recursos, para identificar desvios que ampliam a superfície de ataque.

Como analisamos essa camada
Avaliação de configurações de servidores web
Verificação de políticas de segurança aplicadas
Identificação de headers ausentes ou mal configurados
Detecção de exposição de arquivos sensíveis
Análise de diretórios e recursos acessíveis publicamente
Impacto direto para sua operação
Identificação de fragilidades estruturais
Correção orientada a hardening de ambiente
Redução de exposição desnecessária
Os mecanismos de autenticação controlam o acesso inicial à aplicação. Essa etapa avalia como a identidade é validada, como sessões são mantidas e quais condições permitem acesso indevido. O objetivo é identificar desvios que possibilitem uso de credenciais inválidas, reutilização de sessão ou manipulação de tokens.

Como conduzimos os testes
Avaliação da robustez do mecanismo de login
Validação de credenciais
Análise da gestão de sessão
Avaliação de tokens de autenticação, como JWT
Verificação de expiração e renovação de sessão
Impacto direto para sua operação
Identificação de falhas que permitem acesso indevido
Exposição de fragilidades na gestão de sessão
Base para ajustes em políticas de autenticação e controle de identidade
Após a autenticação, a autorização determina quais ações cada usuário pode executar e quais recursos permanecem restritos. Essa etapa avalia a consistência das regras de acesso implementadas na aplicação e verifica se existem desvios entre o perfil atribuído e as permissões efetivamente aplicadas.

Como estruturamos essa validação
Avaliação de controle de acesso por perfil ou papéis
Identificação de acesso indevido a recursos restritos
Testes de segregação entre usuários
Manipulação de parâmetros para verificar escalonamento de privilégio
Análise de exposição de dados entre contas
Impacto direto para sua operação
Identificação de falhas de segregação entre perfis
Exposição de acesso indevido a dados e funcionalidades
Base para revisão de regras de autorização e políticas de acesso
Após o mapeamento da superfície e a análise de controles, o Pentest Autônomo executa tentativas de exploração com base nos vetores identificados. O objetivo é verificar se a falha pode ser utilizada para alterar comportamento da aplicação, acessar dados ou executar ações fora do fluxo previsto.

Executamos e validamos falhas como
Injeções, incluindo SQL Injection
Cross-Site Scripting (XSS)
Path Traversal
Manipulação de parâmetros
Falhas de validação de entrada
Exposição indevida de dados
Falhas de configuração
Vulnerabilidades associadas ao OWASP Top 10
Impacto direto para sua operação
Confirmação prática da explorabilidade
Evidências reproduzíveis
Priorização baseada em risco real
A exploração isolada raramente representa o cenário completo.

Como estruturamos o encadeamento
Conexão entre múltiplas vulnerabilidades
Uso de uma falha como ponto de partida para outra
Demonstração de caminhos reais de ataque
Estruturação lógica do fluxo de exploração
Impacto direto para sua operação
Confirmação de uso efetivo da vulnerabilidade
Registro estruturado da sequência de exploração
Priorização com base em impacto observado durante o teste
A execução do teste considera as respostas retornadas pela aplicação a cada tentativa de interação. Bloqueios, códigos de status, mensagens de erro e variações de comportamento influenciam a sequência das próximas ações.

Durante a execução
Análise contínua das respostas da aplicação
Ajuste dinâmico de payloads
Modificação da estratégia de exploração
Priorização de superfícies com maior potencial de impacto
Impacto direto para sua operação
Cobertura orientada pelo comportamento da aplicação
Identificação de vetores que surgem a partir das respostas obtidas
Sequência de exploração ajustada ao contexto observado
Cada execução do Pentest Autônomo fica estruturada dentro da Conviso Platform, com registro completo do escopo avaliado, das interações realizadas e das vulnerabilidades confirmadas. O objetivo é consolidar evidência, contexto e rastreabilidade em um único fluxo, permitindo análise posterior, validação de correções e comparação entre ciclos.
A execução contempla:
Projeto estruturado na plataforma, descrição completa da execução e contexto do escopo avaliado
Lista de vulnerabilidades identificadas, classificação de severidade e aplicação ou asset afetado
Evidências completas com requests e responses detalhadas, payloads utilizados, prova de conceito reproduzível e sequência de exploração executada
Attack chain documentado, encadeamento das vulnerabilidades, fluxo de exploração estruturado e demonstração de impacto ampliado
Histórico e rastreabilidade com registro de execuções anteriores, comparação entre ciclos e base para reexecução e validação pós-correção
Pentest Autônomo dentro da operação de AI Autonomous AppSec
O Pentest Autônomo integra o seu programa de AppSec e acompanha a evolução da aplicação. Executa descoberta da superfície exposta, valida exploração de vulnerabilidades, registra evidências completas e mantém histórico entre ciclos, conectado ao fluxo de correção.
Conviso Platform para segurança ofensiva com IA e ataques simulados
A Conviso Platform é uma plataforma de segurança de aplicações que conecta execução ofensiva, automação de correção e gestão de vulnerabilidades em um único fluxo.

Converse com nossos especialistas e veja como estruturar o Pentest Autônomo ao seu ciclo de desenvolvimento