Application Security Testing
Testar segurança é obrigatório. Escalar AST é o desafio.
Empresas executam cada vez mais testes de segurança ao longo do SDLC, mas enfrentam dificuldades para organizar resultados, priorizar correções e integrar essas execuções ao fluxo de desenvolvimento.
Mais testes distribuídos ao longo do SDLC
O avanço de práticas de DevSecOps ampliou o uso de SAST, DAST, IAST, SCA, secrets scanning e validações manuais em diferentes fases do ciclo de desenvolvimento. Esses testes passaram a rodar de forma recorrente, em pipelines, ambientes de teste, staging e produção. O desafio deixou de ser executar testes e passou a ser operar esse conjunto de testes como um sistema único.
Hoje, as empresas convivem com:
Falta de correlação entre falhas encontradas por diferentes tipos de teste
Correções tratadas de forma desigual entre times
Severidades genéricas, sem contexto da aplicação ou do ambiente
Pouca visibilidade sobre a cobertura real de testes
Dificuldade de integração com o fluxo de desenvolvimento
Execução recorrente sem histórico consolidado
Resultados de testes e scans de segurança espalhados entre ferramentas, squads e pipelines
A segurança que acompanha o ritmo da sua fintech
Unimos tecnologia, inteligência e consultoria Combinamos tecnologia, inteligência e consultoria para transformar vulnerabilidades em eficiência e conformidade contínua.para transformar vulnerabilidades em confiança e compliance contínuo.
Testes de segurança não funcionam de forma isolada. Diferentes tipos de teste e análise cobrem partes distintas da superfície de ataque, em momentos diferentes do SDLC, e com limitações próprias. O valor real surge quando essas execuções são orquestradas, correlacionadas e tratadas como um sistema único.

Como estruturamos o ciclo de testes
SAST para identificar falhas no código-fonte ainda nas fases iniciais de desenvolvimento
Secrets Scanning para detecção de credenciais, chaves, tokens e segredos expostos em código, repositórios, pipelines e artefatos
SCA para identificar vulnerabilidades em bibliotecas e dependências
DAST para testar aplicações e APIs em execução
Impacto direto para sua operação
Cobertura mais completa da superfície de ataque
Redução de lacunas entre diferentes fases do SDLC
Uso mais eficiente de cada tipo de teste, no momento adequado
Menor dependência de execuções pontuais e reativas
Ambientes modernos recebem findings de múltiplas fontes: scanners estáticos, testes dinâmicos, análise de dependências e validações manuais. Sem um ponto central, essas informações se fragmentam rapidamente.

Como organizamos esse cenário
Consolidação de findings em um único backlog de segurança
Correlação e deduplicação entre diferentes tipos de teste
Organização por aplicação, ambiente, tipo de falha e criticidade
Histórico completo por vulnerabilidade, incluindo ciclos de reexecução e correção
Impacto direto para sua operação
Menos ruído operacional e retrabalho entre times
Backlog consistente e sempre atualizado
Visão clara do volume real de vulnerabilidades
Base sólida para priorização e tomada de decisão
Testes de segurança só escalam quando acompanham o ritmo da engenharia. Execuções fora do fluxo geram fricção, atrasos e resistência dos times.

Como conectamos testes ao SDLC
Execução automatizada de testes em pipelines de CI/CD
Definição de security gates com critérios técnicos objetivos
Integração com ferramentas de issue tracking e gestão de backlog
Feedback técnico estruturado diretamente para os times de desenvolvimento
Impacto direto para sua operação
Menor atrito entre segurança e engenharia
Correções realizadas mais cedo e com menor custo
Redução de falhas que chegam à produção
Segurança integrada ao processo, não adicionada ao final
Testes de segurança geram volume. Prioridade não vem apenas da severidade atribuída por ferramentas, mas do contexto real da aplicação.

Como estruturamos a priorização
Relação entre falha, aplicação, ambiente e exposição
Diferenciação entre achados teóricos e riscos exploráveis
Avaliação combinada de impacto técnico, operacional e regulatório
Visão unificada para AppSec, Engenharia e Gestão
Impacto direto para sua operação
Foco dos times no que realmente reduz risco
Menos tempo gasto com vulnerabilidades de baixo impacto
Melhor uso da capacidade de correção das squads
Decisões baseadas em risco real, não apenas em score técnico
Testes de segurança não são eventos isolados, mas um processo contínuo que precisa ser medido, acompanhado e ajustado ao longo do tempo.

Como medimos maturidade e evolução
Visibilidade clara sobre quais aplicações estão sendo testadas
Tipos de testes executados por aplicação e ambiente
Frequência de execução ao longo do SDLC
Evolução de findings, taxas de correção e recorrência
Impacto direto para sua operação
Clareza sobre a maturidade real de AppSec
Identificação de gaps de cobertura e excesso de testes redundantes
Acompanhamento objetivo da evolução do risco ao longo do tempo
Base concreta para decisões estratégicas e investimentos em segurança
Orquestração e gestão consolidada orientado a risco
Desde 2008, a Conviso atua na operação de programas de segurança de aplicações alinhados ao SDLC real, conectando execução de testes, gestão de resultados e fluxo de correção.
Orquestração unificada das técnicas de AST, com normalização e correlação dos resultados em um único fluxo de gestão.
Tratamento estruturado dos achados, com foco em clareza e acionabilidade para os times de engenharia.
AST integrado ao ciclo de vida da aplicação, acompanhando a evolução do risco ao longo do SDLC.
Plataforma preparada para operação em escala, suportando ambientes complexos e distribuídos.
Converse com nossos especialistas e veja como organizar testes de segurança de forma contínua, integrada e gerenciável.