Gestão de Vulnerabilidades
Vulnerabilidades existem.
O desafio é saber o que corrigir, quando e por quem
Empresas lidam diariamente com centenas de vulnerabilidades vindas de scanners, testes e dependências. Ajudamos a transformar volume em prioridade, criando controle, previsibilidade e rastreabilidade no ciclo de correção.
Mais testes, mais alertas e menos clareza
O amadurecimento de AppSec trouxe mais ferramentas, mais testes automatizados e mais dados. SAST, DAST, SCA, testes de intrusão e scanners de infraestrutura passaram a rodar com frequência. O problema é que o volume cresceu mais rápido do que a capacidade de gestão.
Hoje, as empresas enfrentam um cenário comum:
Backlogs extensos e desatualizados
Dificuldade de tratar vulnerabilidades junto aos times
Severidades genéricas, sem contexto do ambiente
Correções sem padronização entre squads e projetos
Vulnerabilidades duplicadas vindas de fontes diferentes
Falta de responsáveis claros por aplicação e por falha
Correções lentas e sem rastreabilidade
Auditorias baseadas em planilhas e evidências manuais
A segurança que acompanha o ritmo da sua fintech
Unimos tecnologia, inteligência e consultoria Combinamos tecnologia, inteligência e consultoria para transformar vulnerabilidades em eficiência e conformidade contínua.para transformar vulnerabilidades em confiança e compliance contínuo.
Ambientes modernos recebem findings de múltiplas fontes: scanners de código, testes dinâmicos, análise de dependências e testes manuais. Sem um ponto central, essas informações se espalham.

Como organizamos esse cenário
Consolidação de findings técnicos em um único backlog
Correlação e deduplicação entre diferentes fontes
Histórico completo por aplicação, falha e ciclo de correção
Impacto direto para sua operação
Priorização confiável baseada no volume real de risco
Redução significativa de ruído operacional e retrabalho
Backlog acionável, com foco nas vulnerabilidades que realmente importam
Severidade sozinha não define prioridade. Uma falha crítica em um sistema isolado tem impacto diferente de uma vulnerabilidade média em uma API exposta.

Como ajudamos a priorizar corretamente
Classificação por criticidade da aplicação
Avaliação de exposição (internet, APIs, integrações)
Contexto técnico da falha e do ambiente
Relacionamento com requisitos regulatórios
Impacto direto para sua operação
Foco no que realmente representa risco
Redução de correções desnecessárias
Melhor uso do tempo dos times técnicos
Vulnerabilidades sem dono não são corrigidas. Gestão exige clareza de responsabilidade e acompanhamento.

Como estruturamos o fluxo
Definição de responsáveis por aplicação e por falha
Integração com ferramentas de desenvolvimento
Acompanhamento de SLAs e tempos de correção
Visibilidade do status: aberto, em correção, resolvido, aceito
Impacto direto para sua operação
Menos falhas esquecidas
Correções mais previsíveis
Alinhamento entre segurança e engenharia
Grande parte das vulnerabilidades atuais não nasce no código próprio, mas em bibliotecas e componentes de terceiros.

Como tratamos esse risco
Geração de SBOM por aplicação
Identificação de CVEs em dependências open source
Rastreamento de onde cada componente vulnerável é utilizado
Acompanhamento da correção ao longo do tempo
Impacto direto para sua operação
Visibilidade real da superfície de risco
Redução de exposição herdada de terceiros
Controle contínuo da cadeia de software
Gestão de vulnerabilidades também precisa sustentar auditorias, requisitos internos e normas regulatórias.

Como criamos governança
Registro histórico de findings e correções
Evidências organizadas por aplicação e período
Métricas de evolução e tendência
Rastreabilidade entre vulnerabilidade, ação e responsável
Impacto direto para sua operação
Auditorias mais previsíveis
Menor esforço de coleta de evidências
Segurança operando como processo contínuo
Gestão de vulnerabilidades com contexto e orientado a risco
Desde 2008, apoiamos empresas na estruturação de programas de segurança de aplicações que funcionam no dia a dia. Nossa abordagem conecta tecnologia, processo e pessoas para tratar vulnerabilidades com contexto e previsibilidade.
Priorização orientada a risco operacional, considerando criticidade da aplicação, exposição e contexto de uso.
Modelo de gestão aplicado em ambientes regulados e críticos, com foco em previsibilidade, rastreabilidade e governança.
Gestão contínua do ciclo de vida das vulnerabilidades, da identificação ao fechamento, com acompanhamento ao longo do tempo.
Integração ao fluxo de desenvolvimento, conectando vulnerabilidades, correção e SLAs de risco.
Converse com nossos especialistas e veja como estruturar um processo contínuo, com menos ruído e mais controle.