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Open Source vs Closed Source: diferenças de vulnerabilidade e segurança

April 10, 2017

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Conviso

Application Security

Há algumas décadas, o boom tecnológico chegou às empresas para implantar soluções utilitárias que se tornariam indispensáveis no âmbito administrativo. No entanto, essas facilidades vieram acompanhadas de incertezas em relação à segurança das informações, cujo gerenciamento tornou-se fundamental.Entre os assuntos mais discutidos na área de TI, está o debate entre o Open Source e o Closed Source. Nesse contexto, a vulnerabilidade de cada tipo de software é a questão mais sujeita a análises e a controvérsias.Você quer mais informações sobre a segurança desses códigos? Então, saiba mais sobre a batalha entre Open SourcevsClosed Source!

Open Source vs Closed Source?

O Open Source ― ou código aberto ― é um sistema de licenciamento de software cuja característica principal é a disponibilização do código-fonte aos usuários. Logo, qualquer indivíduo ou organização pode estudá-lo, utilizá-lo ou modificá-lo, seguindo as condições de uso e de distribuição pré-definidas pelo desenvolvedor original.Já o Closed Source ― também conhecido como código fechado ou software proprietário ― corresponde a todo software com código-fonte suprimido e/ou com restrições em relação à sua manipulação. Devido a essas limitações, as informações referentes ao seu desenvolvimento são de difícil acesso.Ambos oferecem prós e contras em um ambiente de TI. Enquanto o Open Source é gratuito, independente e oferece liberdade de personalização, o Closed Source possui maior credibilidade em relação à confidencialidade das informações.

O Open Source é um código vulnerável?

Essa discussão divide opiniões. Por um lado, comoo código aberto não é desenvolvido em um ambiente controlado, algumas pessoas acreditam que programadores mal-intencionados teriam mais facilidade para implantar e ocultarmecanismos maliciosos.Por outro lado, como o código-fonte do Open Source está totalmente disponível à comunidade, todos os usuários têm liberdade para analisá-lo e identificar possíveis vulnerabilidades plantadas intencionalmente.É preciso ter em mente: nada é absoluto. A segurança de um software envolve inúmeros fatores e, sob um correto gerenciamento, ambos podem gerar resultados positivos.

O Closed Source garante a segurança das informações?

Nada no mundo digital é permanentemente invulnerável, mas, sem dúvida, é possível elevar essa segurança à potência máxima.Há quem defenda o Closed Source como mais seguro, devido às restriçõesdeacesso ao seu código-fonte. Porém, sem cumprir os requisitos de segurança, eletambém está exposto a bugs (falhas) e à invasão de programas mal-intencionados.Esteja atento: todos os softwares precisam ser avaliados e acompanhados regularmente para manter os sistemas protegidos. Se eles estão seguros hoje, podem não estar amanhã. O monitoramento é a melhor forma de fugir dos crimes cibernéticos.

Como escolher o melhor software?

O debateOpen Source vs Closed Source abre espaço para opiniões diversificadas. Ambos oferecem privilégios e desvantagens em termos de segurança, serviço, inovação, usabilidade e relação entre custo e benefício.Portanto, é interessante buscar assistência especializada para implantar as soluções mais seguras na sua empresa. Analise seus softwares regularmente! Essa proatividade reduzirá os riscos de brechas e de espaços para a invasão.Gostou de saber mais informações sobre Open SourcevsClosed Source? Então não deixe de compartilhar este post em suas redes sociais e fazer com que mais pessoas também saibam!

Sobre o autor

Conviso
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Bachelor's degree in Computer Science from the Federal University of Alagoas. He has spoken at events such as the NullByte Security Conference and Hackers to Hackers Conference, and presented research projects at national and international events. He has experience in application security, exploit development, and vulnerability research in both userland and kernel land, having discovered vulnerabilities for companies like Microsoft, AMD, and Intel. His interests include operating system internals, compilers, malware development, vulnerability research, and EDR evasion.

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